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POLÍTICA

51% dos paraenses aprovam governo Helder 

Os dados de mais uma rodada da pesquisa DIÁRIO/DataPoder360, com entrevistas realizadas de 6 a 8 de julho, com 800 pessoas em Belém, revelam que o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB), segue perdendo popularidade. O percentual dos que avaliam seu tr

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Imagem ilustrativa da notícia 51% dos paraenses aprovam governo Helder  camera Mais uma rodada do levantamento feito pelo DIÁRIO/DataPoder360 indica que a aprovação do atual prefeito de Belém caiu pela metade em um mês, de 22% para 11%, enquanto o governador mantém imagem positiva. | Marcos Santos/Agência Pará

Os dados de mais uma rodada da pesquisa DIÁRIO/DataPoder360, com entrevistas realizadas de 6 a 8 de julho, com 800 pessoas em Belém, revelam que o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB), segue perdendo popularidade. O percentual dos que avaliam seu trabalho como ótimo ou bom caiu de 16% há duas semanas para apenas 11% agora. Na última avaliação, realizada entre os dias 22 e 24 de junho, a gestão do prefeito já apresentava forte tendência de queda, quando, em apenas duas semanas, sua avaliação positiva havia despencado de 22% para 16%, comparado com a rodada de 8 a 10 de junho.

Já a avaliação do governador Helder Barbalho (MDB) se mantém estável e na faixa de 76% na soma das opiniões como ótimo, bom e regular nas últimas duas semanas, três pontos percentuais abaixo da avaliação feita em 24 de junho. A margem de erro em Belém é de 3.5% e um intervalo de confiança de 95%.

Já no Pará, foram feitas 2.500 entrevistas e a avaliação de Helder se manteve estável com uma queda de 1% entre os que consideram o seu desempenho bom e ótimo (52% para 51%) e uma queda de 1% entre os que o consideram ruim e péssimo (23% para 22%). No Estado, a margem de erro da pesquisa é de 2% e o intervalo de confiança é de 95%.

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Vacina é esperança contra a Covid-19

A avaliação da gestão de Jair Bolsonaro entre os paraenses melhorou nas últimas semanas. O percentual de avaliação positiva do presidente subiu de 34% para 38% agora. Porém, esse aumento foi acompanhado por um aumento também na avaliação negativa de Bolsonaro, que subiu de 28% para 34%. Estes números indicam uma crescente polarização sobre a política nacional no Estado do Pará.

No geral, o levantamento mostra um cenário relativamente estável, entre a população do Pará, onde a maior parte dos entrevistados (49%) está otimista quanto ao futuro e acham que a vida irá melhorar. Somente 8% dos paraenses acreditam que a vida irá piorar.

Com relação ao coronavírus, quando perguntados sobre a percepção da presença do vírus nas últimas duas semanas, a maioria, 47%, respondeu que, neste momento a crise no Pará está em uma fase mais amena do que há duas semanas. Ainda assim, cerca de ¼ dos entrevistados, 21%, dizem que a crise está mais grave agora.

Na avaliação do perfil dos entrevistados, a pesquisa DIÁRIO/DataPoder360 revelou uma diferença entre os moradores da Região Metropolitana de Belém e do interior do Estado. Enquanto as pessoas que moram em Belém e no entorno sentem que o pior já passou, a população do interior apresenta uma tendência maior a acreditar que o cenário está mais grave agora do que nas últimas duas semanas.

Os números da pesquisa DIÁRIO/DataPoder360 indicam ainda que, apesar dos dados científicos mostrarem que há uma redução real da contaminação pelo coronavírus no Estado, 60% dos entrevistados afirmaram ter sido infectado ou conhecer alguém próximo que foi infectado pela covid-19.

Isolamento

A pesquisa indica ainda que os paraenses estão cansados da situação de isolamento social. Metade (50%) dos entrevistados afirmaram ter saído de casa para trabalhar nas últimas duas semanas. É o maior número registrado até agora. Ao mesmo tempo 56% acreditam que os mais jovens já podem voltar a trabalhar e somente 32% dos paraenses acham que todos ainda devem ficar em casa.

Quando comparado com os números de maio, um número significativamente maior de paraenses diz se sentir seguro para voltar a frequentar lugares públicos (24%), ou mais ou menos seguros (46%). Apenas 7% dos entrevistados afirmam não se sentir nem um pouco seguros.

Pesquisa mostra de 24% dos paraenses já se sentem seguros para frequentar lugares públicos.
📷 Pesquisa mostra de 24% dos paraenses já se sentem seguros para frequentar lugares públicos. |Irene Almeida

Quando perguntado ao paraense o que é mais grave na crise do coronavírus, se são as pessoas doentes e com risco de morte ou se são as pessoas que estão perdendo emprego e renda, 59% disseram estar preocupados com a doença e risco de morte, enquanto 32% acreditam que o pior é perder emprego e renda. Esse nível de consciência é maior entre as faixas etárias de 25 a 44 anos (66%) e de 45 a 59% (63%). Os que mais se preocupam com a questão do desemprego e geração de renda são os mais idosos, de 60 anos ou mais (53%).

51% dos paraenses aprovam governo Helder 
📷 |Divulgação
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