Em mais uma medida preventiva contra o coronavírus, os atendimentos para pacientes com sintomas leves e moderados da Covid-19 foram retomados na Policlínica Itinerante montada ao lado do Hangar, em Belém. Os atendimentos iniciaram no último sábado (31) e se manterão, diariamente, sempre no período de 8h às 17h. A medida é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Presente no momento da reabertura dos atendimentos, o secretário de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho Gomes explicou que o retorno da Policlínica Itinerante foi pensado no contexto da prevenção. “É uma medida preventiva adicional que o Governo do Estado está adotando neste período sazonal em que observamos a ocorrência de síndromes gripais, viroses típicas na região Amazônica”, destacou. “A policlínica itinerante foi montada para que pessoas que estejam com sintomas gripais possam procurar esse suporte médico”.
As pessoas que se dirigirem até o local passarão por uma triagem e pela análise dos médicos. De acordo com a análise clínica, caso o médico ache necessário, o paciente é encaminhado para a realização de exames e para o recebimento da medicação indicada. “O Governo do Estado está em condições de dar pronta resposta para qualquer necessidade e hoje já temos a expertise que não tínhamos no início da pandemia, tanto que estamos nos antecipando preventivamente para atender a toda a população”, reforçou o secretário. “As pessoas que devem se dirigir à Policlínica Itinerante são as que estão com algum sintoma gripal. A testagem só é indicada se, durante a triagem, for identificado como possível caso de Covid-19”.
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Com sintomas como febre, dor de cabeça, e perda de olfato e paladar, o autônomo Antônio Carlos, 55 anos, se dirigiu até a Policlínica Itinerante no primeiro dia de retomada dos atendimentos. Ainda no início da manhã ele já havia sido atendido e já tinha a orientação de como deveria proceder dali em diante. “O atendimento foi rápido. Eu fiz o exame e agora temos que esperar o resultado. A orientação é ficar em casa”, apontou. “Só de já ter sido atendido e de ter feito o exame já deixa a gente mais tranquilo”.
No caso do garçom Manoel Gregório, 65 anos, ele saiu do atendimento com o encaminhamento necessário para o atendimento na rede pública de saúde. “Eu fui atendido e me deram o encaminhamento para eu agendar uma consulta de acordo com o meu caso”, contou. “Pelo menos já passei pelo médico e já estou encaminhado para tratar o meu caso”.
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