Para o senador Jader Barbalho (MDB-PA), que tem participado ativamente das votações em defesa de projetos que garantam empregos e renda, a prorrogação por mais um ano vai garantir a manutenção de milhares de postos de trabalho podendo, inclusive, abrir novas vagas de trabalho a partir do próximo ano.
“Vivemos um momento crucial para nossa economia e preservar empregos é fundamental. Não temos ainda nenhuma confirmação sobre quando ou como poderemos voltar ao nosso ‘normal’ ou mesmo iniciar o chamado ‘novo normal’. Por essa razão, contribuir para que empresas de 17 importantes setores da economia responsáveis por mais de seis milhões de empregos em todo o país era uma prioridade. E mais uma vez o Parlamento brasileiro esteve presente e pronto para contribuir com o Brasil”, comemorou o senador Jader logo após registrar seu voto favorável à derrubada do veto.
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Os 17 setores beneficiados com a votação dos senadores na tarde de ontem são considerados os que mais empregam. São elas empresas de call center, comunicação, tecnologia da informação, transporte, construção civil e têxtil. São setores com alta empregabilidade, cuja desoneração é fundamental para a sua própria sobrevivência num momento de pandemia.
“Estamos garantindo segurança para as empresas manterem e gerarem empregos. O Brasil registra mais de 14 milhões de desempregados e teremos um enorme desafio no próximo ano, quando a falta de postos de trabalho vai refletir de forma mais profunda na vida das famílias”, lembrou o senador Jader.
“Por isso foi importante derrubar o veto e assegurar que empresas desses setores garantam a geração de mais vagas. O país precisa parar de punir quem está mantendo a economia ativa neste momento de grave crise econômica e social que se reflete em todo o mundo”, concluiu o parlamentar paraense. A prorrogação foi incluída durante a análise no Congresso de uma medida provisória que instituiu um programa emergencial de manutenção de emprego. Segundo o Ministério da Economia, o impacto da decisão é de R$ 4,9 bilhões em 2021 e R$ 4,9 bilhões em 2022, o que, somado, dá R$ 9,8 bilhões nos próximos dois anos.
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