Faça chuva ou sol, a sombrinha tem sido um acessório permanente na vida do paraense. Com o aumento das chuvas um festival de cores, modelos e tamanhos invade as ruas de Belém. As sombrinhas protegem e geram renda para quem atua na venda deste produto
Com tanta demanda, basta uma caminhada pelo Centro Comercial de Belém para ver uma grande quantidade deste acessório nas lojas e barracas de ambulantes. O vendedor Manoel Mendes, 37 anos, transformou a necessidade do mercado em fonte de renda. Há mais de 10 anos ele comercializa o produto e diz que, nesta época do ano, as vendas crescem bastante.
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“Final de novembro, início de dezembro, começa a sair bastante. As pessoas procuram porque é um item importante. Você pode passar aqui e de repente cair uma chuva depois de um sol escaldante. Se estiver desprevenido, você se molha todo. Para que isso não ocorra eu estou aqui”, brinca. Segundo ele, o bom humor ajuda na conquista da clientela. Atualmente Manoel vende os modelos “reforçados” no valor de R$ 20,00.
Outros oferecem ainda serviços, como é o caso de Mauro Mendes que, além da venda, também faz a manutenção das sombrinhas e oferta o produto para os mais diversos bolsos.
MANUTENÇÃO
“Eu sempre trabalhei com sombrinha. Desde venda, manutenção. É o tipo de produto que sempre vende. Claro que tem período de maior saída, mas aumenta agora em dezembro e vai até a última chuvada, lá pelo mês de março”, explica. Com ele, elas variam entre R$ 15,00 e R$30,00.
O enfermeiro Mauro Tavares, 37, depois de olhar para o céu, achou prudente se precaver e comprou um modelo por R$ 25,00. Na visão dele, um produto mais caro protege tanto contra as fortes chuvas, quanto do sol escaldante.
“Eu sempre guardo um (guarda-chuva) na minha mochila. Em Belém você tem essa necessidade, então a gente faz um esforço para ter um produto que aguente o clima daqui. Ficar sem é que é um problema, pois a gente sai de um calor absurdo para um temporal em questão deminutos”, conclui.
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