Embora não tenha sido incluído no pacote de medidas para conter o avanço da nova cepa do coronavírus no Estado, o Centro Comercial de Belém tem registrado um fluxo baixo de pessoas. Nas lojas o movimento de consumidores está fraco, por isso não há filas na entrada. Grande parte dos estabelecimentos continua exigindo máscaras para que as pessoas possam adentrar as lojas e ofertando álcool para a higienização das mãos.
Gerente de uma loja que vende artigos para cozinha, Gustavo Monteiro informou que os clientes praticamente sumiram este mês. “Tivemos uma queda grande como sempre ocorre em janeiro, mas dessa vez está pior”, disse.
Ele afirmou continuar mantendo todos os cuidados com a relação à Covid na loja, como manter a ventilação do espaço, oferecer álcool na entrada e exigir de todos o uso de máscaras. “Estamos mantendo os cuidados porque não queremos ter que fechar as portas caso venha outro decreto, porque já está ruim assim e não queremos que fique pior”, garantiu.
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Funcionária de uma loja de confecções, Ana Paula Cunha acredita que a queda no movimento de consumidores este mês é um reflexo da suspensão do auxílio emergencial. “Janeiro já é um período fraco para vendas, mas este vem sendo ainda mais, acredito que pelo fato do auxílio não estar mais sendo pago”, opinou.
Ela destacou que no estabelecimento todos os cuidados para evitar a proliferação do vírus estão mantidos. “Estamos cumprindo tudo certinho para não termos que fechar, porque se isso ocorrer vai ser muito ruim para nós”, disse.
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