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COMBATE AO CORONAVÍRUS

Unidades de Saúde da capital paraense têm atendimento controlado

Pacientes com sintomas do coronavírus passavam por triagem nas unidades de saúde

terça-feira, 16/03/2021, 08:42 - Atualizado em 16/03/2021, 10:07 - Autor: Suênia Cardoso e Denilson D’Almeida


Imagem ilustrativa da notícia: Unidades de Saúde da capital paraense têm atendimento controlado
| Ricardo Amanajás/Diário do Pará

Nas unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e policlínicas montadas pelo Governo do Estado a procura por atendimento tem sido intensa, apesar do movimento na tarde de ontem (15) ter sido menor. As UPAs de Icoaraci, Marambaia e Sacramenta eram as que apresentavam um maior fluxo de pessoas aguardando o atendimento na recepção. Nestas unidades, a todo instante chegava um paciente com sintoma sugestivo para a Covid-19 e logo passavam pela triagem.

De acordo com a prefeitura de Belém, o Hospital Pronto Socorro Municipal (HPSM) Humberto Maradei – o PSM do Guamá – passará a atender exclusivamente casos de Covid-19. Por lá, ontem (15), à tarde, era grande o número de ambulâncias estacionadas, mas não havia registro de reclamações. As tendas que estão sendo montadas em frente às UPAs ainda não começaram a funcionar. Mas nos próximos dias estarão recebendo os pacientes que procuraram por atendimento Emergencial nas unidades.

Na Policlínica Metropolitana, que desde o último dia 6 voltou a atender exclusivamente pacientes com quadro suspeito de Covid-19, o movimento foi grande durante a tarde, mas todos os pacientes receberam atendimento. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), 4.363 atendimentos foram realizados entre os dias 6 a 14 de março. A Poli Metropolitana tem capacidade para atender até 600 pacientes de Covid-19 por dia. Somente no fim de semana (sábado e domingo), foram 758 acolhimentos.

MANHÃ

Durante a manhã, embora funcionando normalmente, todas as cinco UPAs (Icoaraci, Marambaia, Jurunas, Terra Firme e Guamá) controlavam a entrada de pessoas. Por volta das 9h, na unidade de Icoaraci, o movimento de pacientes em frente ao local era mínimo, apesar de as principais reclamações serem a demora e a falta de comunicação, sobretudo, para os acompanhantes de pacientes.

O entregador de delivery Thiago Holanda, 26 anos, acompanhava a esposa, que se queixava de dor de cabeça e febre. Eles chegaram ao local às 7h e duas horas após terem dado entrada na unidade, ele ainda aguardava notícias dela ou de algum profissional de saúde. Quem também chegou cedo foi o pedreiro Wagner Lopes, 23, apresentando mal-estar geral. “Passei pela triagem e estou aguardando atendimento médico”, contou. Apesar de não haver falta de médicos, disse “que a demora nos atendimentos permanecia”.

A UPA do Jurunas também concentrava um fluxo moderado de pessoas aguardando na porta da unidade. Já a UPA Terra Firme registrava movimento baixo. Próximo dali, no Hospital Pronto Socorro do Guamá, seria esperado grande contingente, mas por volta das 11h o movimento de pessoas era mínimo.

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