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Dança circular: bem-estar com o corpo em movimento

Danças Circulares (danças sagradas/dança circular/danças circulares sagradas) são danças de roda tradicionais e étnicas de diferentes povos e culturas do mundo, assim como também podem ser danças autorais-coreografadas por diferentes artistas e focalizadores

sábado, 21/05/2022, 09:16 - Atualizado em 21/05/2022, 09:14 - Autor: Cintia Magno

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Imagem ilustrativa da notícia Dança circular: bem-estar com o corpo em movimento
Maria Esperança Tenetehara é focalizadora de danças circulares, pesquisadora das danças e tradições amazônicas-brasileiras e coordenadora da Roda-Escola MAINUMY – andanças e poéticas brincantes | Victória Sampaio

Habitualmente realizada em grupo, as Danças Circulares são práticas expressivas corporais, ancestrais, que utilizam a dança de roda, o canto e o ritmo em busca da promoção do bem-estar físico, mental, emocional e social. Inspirada em culturas tradicionais de diferentes comunidades ao redor do mundo, as Danças Circulares são centradas em uma abordagem holística e transdisciplinar acerca do ser humano e da vida.

A focalizadora de danças circulares, pesquisadora das danças e tradições amazônicas-brasileiras e coordenadora da Roda-Escola MAINUMY – andanças e poéticas brincantes, Maria Esperança Tenetehara aponta que as Danças Circulares (danças sagradas/dança circular/danças circulares sagradas) são danças de roda tradicionais e étnicas de diferentes povos e culturas do mundo, assim como também podem ser danças autorais-coreografadas por diferentes artistas e focalizadores. Tais danças de rodas são vivenciadas como tecnologias educativas, terapêuticas, comunicacionais, meditativas.

SURGIMENTO

Segundo Esperança, essa abordagem, linguagem e movimento da dança surge com o bailarino alemão e professor da dança, Bernhard Wosien (1908-1986), nos anos 1970, a partir de suas pesquisas com as danças tradicionais da Europa Oriental (países dos Balcãs, Grécia, Macedônia, Hungria) e Ásia Ocidental; e a partir de suas aulas e vivências com pessoas e outras áreas além dos contextos artísticos, como a educação, a terapia ocupacional, o serviço social, a saúde mental, em hospitais e universidades da Alemanha; além de movimentos holísticos e espirituais da “new age” – a partir da Fundação Findhorn/Escócia. “Através de Findhorn, a partir de 1976, as Danças Circulares irradiam-se pelo mundo, com pessoas de outros países, que visitaram e visitam esta Fundação para aprendizagem e intercâmbios”, aponta. “Foi assim que as danças, nesta abordagem, chegaram ao Brasil, na região Sudeste, há 38 anos, e em Belém há quase 20 anos, desde maio de 2002”.

 

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