Mais um fascículo da série Dr. Responde voltou a circular ontem (10), entre os leitores do jornal. Nesta edição, a revista abordou questões sobre saúde e bem-estar relacionadas às doenças autoimunes, que provocam complicações no funcionamento do sistema imunológico, o que afeta diretamente os tecidos do corpo humano. Com um exemplar em mãos, a população pôde se informar sobre as causas, sintomas, tratamento e prevenção sobre doenças como lúpus, artrite reumatoide, doença celíaca e
Esclerose múltipla.
Natural de Parauapebas, Rosiane Caetano, 31 anos, ainda não tinha ouvido falar de outras doenças autoimunes. O assunto despertou a atenção da diarista por se tratar de uma questão que também envolve a saúde do filho, que tem uma doença genética chamada hemofilia. Para ela, o conteúdo foi esclarecedor, já que considera importante o conhecimento sobre as causas, sintomas e tratamentos de cada doença abordada.
“O que me chamou atenção foi em relação a perda de peso, feridas, febre e ela prejudica os rins em relação ao lúpus. Eu sabia que existia essa doença, mas não conheço ninguém que tem. Eu acho muito importante saber disso porque caso a gente sinta alguma coisa já procura o médico. Quando a gente sabe qualquer informação sobre a doença, a gente pode procurar por tratamento”.
CONHECIMENTO
O conhecimento aprofundado sobre esses tipos de doenças não fazia parte do repertório de Joana Monteiro, de 30 anos. Para ela, as informações são importantes para alertar e auxiliar qualquer um que apresente alguma deficiência no sistema imunológico. “Eu já tinha ouvido falar, mas nunca procurei a fundo, principalmente a esclerose múltipla. O que eu conhecia é que era uma lesão no cérebro. As pessoas podem enfrentar isso e a gente tem que estar sempre bem informado para poder ajudar também. Eu acho que toda doença, até mesmo com a covid, a gente não sabe a fundo como é e a gente tem que procurar saber quais são as causas, sintomas e como se proteger. Se a gente não tem essa informação, a gente ou uma pessoa próxima pode ter e a gente não vai saber como ajudar”, disse a esteticista.
Para Renata Torres, de 28 anos, o fascículo auxiliou no entendimento mais amplo sobre esse tipo de doença, que tem ganhado cada vez mais notoriedade na área da saúde. “A gente ouve bastante falar porque são doenças que não tinham as informações tão bem disseminadas. Essa em relação ao glúten eu ouvi bem pouquinho, não tenho muita noção. Eu acho muito legal quando a gente partilha informação com as pessoas. Acho muito interessante de ter essa informação no jornal porque as pessoas têm um acesso maior. Muitas pessoas não sabem que tem aquilo e quando veem os sintomas podem procurar um médico, especialista para afirmar se elas têm ou não”, opinou.
As informações disponibilizadas deveriam ajudar no reconhecimento da doença e em um possível tratamento precoce. “A própria esclerose múltipla me chamou muita atenção. A gente ouve falar, mas não sabe dos pequenos sintomas iniciais. A questão da doença celíaca também porque quase tudo o que a gente come tem glúten e tem gente que nem sabe por que sente certos sintomas. Então, eu acho que tudo o que a gente faz uma prevenção, a gente faz um controle maior. Quando compartilha informação é muito interessante até mesmo para mim que sou da área da saúde, mas muitas vezes a gente nem sabe”, afirmou a dentista.

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