A vida é um livro e inúmeras páginas são escritas, com diversos roteiros e contextos. No entanto, também como o enredo de um livro, ela chega ao seu desfecho, o que, para muitos, se chama "fim".
Na madrugada desta quinta-feira (13), morreu o professor Edson Franco, fundador e primeiro reitor da Universidade da Amazônia (Unama), membro da Academia Paraense de Letras e da Academia Paraense de Jornalismo.

No início de julho, Franco passou por um procedimento cirúrgico recebendo um stent. Devido a sua idade e necessidade do cuidado com o procedimento, ele ficou internado na UTI de um hospital particular.
Contudo, seu quadro se agravou e o corpo não conseguiu responder bem, vindo a falecer nesta madrugada.
A Unama lamentou a morte do educador que fundou a instituição. Por meio de nota, o centro universitário lembrou que durante a carreira, Franco lutou pela "educação superior e se dedicou a investir no saber".
A instituição lembrou da carreira de sucesso do professor e ressaltou que Édson deixa um legal gigantesco e uma "contribuição imensurável" para a educação paraense.
"Dr. Édson Franco deixa um Legado ao Estado e de contribuição imensurável de apoio à educação. Foi um dos principais agentes durante a elaboração das diretrizes do Programa Universidade para Todos (ProUni), enquanto presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), em 2004. Esteve presente em vários momentos decisivos para a UNAMA, como a criação de novos campi e como incentivador da cultura, por meio do projeto do "Salão de Pequenos Formatos", apoiado no núcleo cultural da Universidade, o qual foi revelado grandes artistas", diz um trecho da nota.
Por fim, a Unama afirmou que "se orgulha desse gestor, professor e se solidariza aos familiares, amigos e antigos alunos que tiveram a honra de conviver com esse ser humano exemplar".
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