Em uma cidade marcada por encontros cotidianos nas calçadas e pela cultura de vizinhança ainda resistente ao ritmo apressado da vida moderna, a solidariedade costuma surgir como resposta imediata diante da dor. É nesses momentos de incerteza que a doação de sangue ganha um significado ainda mais profundo, transformando desconhecidos em peças fundamentais na luta entre a vida e a morte.
Esse é o cenário que envolve Clodomir Pereira Ribeiro, de 53 anos, vítima de bala perdida, cuja família e amigos iniciaram uma mobilização urgente por doação de sangue. Internado na ala vermelha do Pronto Socorro do Guamá, ele está em estado gravíssimo, em razão das lesões provocadas pelo episódio violento. Qualquer tipo sanguíneo pode ser doado, e os voluntários devem informar o nome do paciente no momento da coleta.
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BALEADO EM FRENTE DE CASA
O caso ocorreu quando Clodomir estava em frente à própria residência, na passagem Jiparaná, no bairro do Guamá, e decidiu ajudar uma vizinha que chegava com compras. Nesse instante, uma moto e um carro passaram pelo local, com ocupantes trocando tiros. Durante o confronto, um dos disparos atingiu o morador, que não tinha qualquer relação com a situação.
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Desde então, a esperança da família está depositada na corrente de solidariedade. As doações podem ser feitas na sede do Hemopa, localizada na Avenida Serzedelo Corrêa, 1752, e também no posto instalado no Shopping Castanheira.
Abalados, familiares e amigos reforçam o apelo à população, destacando que cada bolsa de sangue pode ser decisiva para manter Clodomir vivo. Neste momento, a solidariedade pode representar a diferença entre a perda e a possibilidade de um recomeço.

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