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REPORTAGEM NO FANTÁSTICO

Professores ocupam secretaria após denúncias contra prefeito de Ananindeua

Servidores em greve protestam após reportagem do Fantástico revelar suposto esquema de corrupção em Ananindeua

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Imagem ilustrativa da notícia Professores ocupam secretaria após denúncias contra prefeito de Ananindeua camera Reprodução/Redes sociais

Após revelações de um suposto esquema de corrupção exibidas pelo Fantástico, da TV Globo, deste domingo (08), professores da rede de educação municipal de Ananindeua ocuparam nesta segunda-feira (09) a Secretaria Municipal de Educação. Eles exigem respostas do órgão e denunciam a falta de diálogo da gestão municipal.

A ocupação ocorre em meio à greve geral da educação, iniciada na última quarta-feira (04), que envolve professores e outros profissionais concursados da rede municipal. Entre as principais reivindicações estão o reajuste salarial de 8%, reformas estruturais nas escolas e a realização de concursos públicos. A paralisação afetado cerca de 22 mil alunos da rede municipal, com liberação antecipada em algumas unidades.

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Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp), o pagamento referente ao piso nacional aos professores caiu de 30% para apenas 3% desde 2019, o que contribuiu para a insatisfação da categoria. Uma reunião realizada entre os servidores e o prefeito Daniel Santos (PSB) na quarta-feira (04) não teria atendido às demandas apresentadas pelos trabalhadores.

Fantástico aponta mansão milionária e suspeitas de irregularidades

A reportagem do Fantástico exibiu uma investigação sobre uma mansão avaliada em cerca de R$ 4 milhões, localizada no Nordeste, ligada ao prefeito Daniel Santos. Segundo a reportagem, a aquisição da propriedade teria envolvido uma espécie de “vaquinha da corrupção”, levantando dúvidas sobre a origem dos recursos e a legalidade do negócio.

Daniel Santos está sob investigação da Operação Hades, conduzida pelo Ministério Público do Pará. A operação apura possíveis crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, fraudes em licitações e desvios de recursos públicos durante a gestão dele e em contratos com empresas vinculadas a ele e a terceiros.

Como medidas cautelares, o prefeito sofreu afastamento, bloqueio de bens e ações judiciais para garantir a coleta de provas sem interferência. Entre os bens bloqueados estão imóveis, veículos e outros ativos ligados a empresários investigados.

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Relatórios de investigação mostram crescimento significativo do patrimônio declarado por Daniel Santos e familiares nos últimos anos, cenário que reforça os questionamentos sobre a origem de recursos usados em aquisições de alto valor.

Além disso, também surgiram indícios de que recursos de empresas com contratos públicos foram usados para benefícios pessoais, incluindo relatos de aeronaves e outros bens de luxo ligados a aliados e parceiros.

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