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“Sou inocente”, diz cantor Bruno Mafra após ser condenado por estupro das filhas

Em nota, artista afirma confiar na Justiça e diz que seguirá colaborando com o esclarecimento dos fatos.

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Imagem ilustrativa da notícia “Sou inocente”, diz cantor Bruno Mafra após ser condenado por estupro das filhas camera O artista divulgou a nota na tarde desta sexta-feira (27), após o caso vir a público. | Reprodução/Instagram

O cantor Bruno Nóbrega Mafra, conhecido no cenário musical de Belém por ser vocalista da banda Bruno e Trio, divulgou uma nota pública na qual se declara inocente das acusações de estupro de vulnerável contra as duas filhas, que o levaram a uma condenação em 2ª instância de 30 anos, 4 meses e 24 dias de prisão. A sentença foi proferida no dia 6 de março pela juíza Mônica Maciel Soares Fonseca, da 2ª Vara de Crimes Contra a Dignidade Sexual de Crianças e Adolescentes de Belém.

“Diante das informações que vêm sendo divulgadas, venho a público afirmar, com total serenidade, que sou inocente das acusações que me estão sendo atribuídas”, escreveu o cantor.

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Na nota, Bruno Mafra afirma confiar plenamente na Justiça e no devido processo legal, que já lhe assegura o direito de responder em liberdade. “É nesse caminho, com responsabilidade e respeito, que seguirei colaborando integralmente para o completo esclarecimento dos fatos”, diz o texto.

O artista também pede serenidade a seus seguidores e diz manter a confiança na verdade. “Não entrarei em debates ou julgamentos antecipados fora do âmbito judicial. O tempo e a Justiça se encarregarão de restabelecer a verdade.”

Nota na íntegra
📷 Nota na íntegra |Reprodução/Instagram

Entenda o caso

Bruno Mafra foi condenado por praticar atos libidinosos diversos da conjunção carnal contra as duas filhas, que na época dos fatos tinham entre 5 e 9 anos. Segundo a sentença, os abusos ocorreram entre 2007 e 2011, sempre em ambientes controlados pelo réu, que se aproveitava da posição de pai e da confiança das vítimas para cometer os crimes.

A juíza destacou em sua decisão a “manipulação psicológica” exercida pelo cantor, que insistia em manter os atos em segredo e normalizava a violência. As vítimas relataram episódios em que o pai comprava biscoitos após os abusos ou dava dinheiro para o cabelo em troca de beijos, dentre outros relatos.

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