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Presídio é fiscalizado por vazamento de fossas

Uma força conjunta envolvendo Ministério Público, OAB, Conselho Municipal de Meio Ambiente e Associação de Agricutores da Colônia do Uraim, fiscalizaram as fossas no Centro Regional de Recuperação de Paragominas (CRRP), região nordeste do Pará. Provoca

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Uma força conjunta envolvendo Ministério Público, OAB, Conselho Municipal de Meio Ambiente e Associação de Agricutores da Colônia do Uraim, fiscalizaram as fossas no Centro Regional de Recuperação de Paragominas (CRRP), região nordeste do Pará.

Provocados por moradores do Condomínio Rural, em detrimento as alagações que ocorrem pelas fossas que fazem parte do CRRP. As águas que vazam são dos reservátorios fecais e estavam indo rumo ao rio Uraim, que abastece a cidade, fora o mal cheiro naquela localidade.

Ciromar Hupp, presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Condema), foi procurado pelos moradores daquela região rural. “Somos agricutores e esta mal cheiro é demais, além dos problemas maiores que esse vazamento pode causar, podendo prejudicar a saúde da população local. Queremos uma solução para esse problema e logo”, disse Raimundo Nogueira.

A ação foi acompanhada pelo promotor Arnaldo Azevedo, juntamente com Maxuele Scaramusa, que é representante da comissão de Meio Ambiente da OAB Subsessão Paragominas. Além deles, o coordenador de fiscalizações da Semma, Felipe Zagalo, também foi avaliar a situação. " O Estado já foi notificado e multado no mês de maio em mais de R$ 100 mil, agora vamos ver a conclusão desta avaliação para tomar as devidas providências", afirma Zagalo.

Hoje o CRRP conta com 176 presos de justiça. Herenildo Aguiar, coordenador da Agência de Saneamento daquele município, fez uma breve explicação. Nela ele diz que as águas de esgotos não chegam até o rio que abastecem a cidade. “Contratamos técnicos de Belém para vistorias, isso não vem afetando o rio que abastece Paragominas com água potável”, concluiu.

Segundo a direção do presídio, uma empresa foi contrata para fazer limpezas nas fossas, mas até o momento não se apresentaram.

O promotor Armando Azevedo, juntamente OAB/Paragominas, pretende notificar o Governo através do Termo de Ajustamento de Conduta, alegando que os vazamentos das fossas podem afetar à saúde pública. “A empresa contratada deveria ter se apresentado na última segunda-feira (06), mas até agora nada”, disse o promotor. (Diário Online com informações da sucusal de Paragominas)

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