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Belo Monte é alvo de mais um protesto

Militantes do Comitê Metropolitano do Movimento Xingu Vivo Para Sempre, aliados a representantes de outros grupos de movimentos sociais, protocolaram ontem pela manhã na Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Estado (Sedect), em Belém,

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Militantes do Comitê Metropolitano do Movimento Xingu Vivo Para Sempre, aliados a representantes de outros grupos de movimentos sociais, protocolaram ontem pela manhã na Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Estado (Sedect), em Belém, um documento em protesto contra a implantação do projeto da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no município de Altamira.

O ato foi simbólico para marcar na capital o apoio ao movimento desencadeado em Altamira contra a obra. Desde segunda-feira, cerca de 500 pessoas estão acampadas no município em protesto contra a construção da usina. Denominado de Acampamento Indígena Popular Terra Livre, a manifestação reúne lideranças indígenas, ribeirinha e extrativistas que irão discutir a possibilidade de se estabelecer um acampamento permanente na área de Volta Grande do Xingu, onde está prevista a construção da barragem.

“Há um repúdio dos movimentos sociais também contra a ostensiva presença de soldados do Exército na área”, afirmou o coordenador metropolitano do Xingu Vivo, Marquinho Mota. “No mesmo período em que está ocorrendo o acampamento Terra Livre, a 23ª Brigada de Infantaria de Selva resolveu realizar operações na região do Xingu, com 900 soldados do exército”, diz Mota. O comando do Exercito informou aos movimentos sociais que a atividade no mesmo período foi uma coincidência. “Não acreditamos nisso e achamos que a a ideia é nos intimidar”.

A manifestação em Belém teve início às 9h. Menos de 50 pessoas participaram do protesto, centrado na avenida Presidente Vargas, quase em frente ao Bar do Parque. Discursos contra a construção da usina e contra a política desenvolvida pelo presidente Lula e pela governadora Ana Júlia Carepa misturavam-se a canções de protesto e faixas que chamavam Belo Monte de “Belo Monstro”.

O questionamento foi encaminhado à Sedect numa caminhada de protesto de menos de 300 metros. O secretário Maurílio Monteiro não recebeu os manifestantes, mas a carta de protesto foi protocolada com a assinatura de 31 entidades que são contra a construção da usina. (Diário do Pará)

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