Em 2009 e 2010, o DIÁRIO lançou vários projetos que caíram no gosto do leitor e passaram a fazer parte da história do jornal e da vida de muitas pessoas. A primeira temporada da série “Personalidades Históricas”, por exemplo, que contou a história de 30 pessoas importantes, que ajudaram a compor a história da Amazônia, foi muito significativa para os jovens irmãos Luis Fernando, 18 anos, e Naiane, 13. Os dois jovens, que cursam o ensino médio, colecionaram todos os 30 fascículos. “Comecei a colecionar por curiosidade. Achei legal a ideia de saber quem foi Augusto Montenegro, que é uma avenida de Belém”, disse Luis Fernando. A curiosidade do rapaz se transformou em conhecimento. “Percebi que o material divulgado no jornal, sobre as personalidades históricas, era muito mais completo do que a gente vê nos livros da escola”. Para Naiane, a série teve um significado especial. “Sou fascinada por História. Fiquei encantada com a história de vida de Eduardo Angelim, que foi um dos líderes do movimento da Cabanagem”. A linguagem utilizada na série de reportagens foi o maior atrativo para a adolescente. “Geralmente nos livros da escola, os textos são enormes e difíceis. No DIÁRIO, os textos foram leves e legais de ler”, concluiu. Agora, com a volta da série, os irmãos pretendem continuar colecionando a história de grandes personalidades paraenses e, como fãs do projeto do jornal, eles aproveitaram para fazer um apelo. “Queremos muito saber sobre a história de Almirante Barroso. Queremos saber quem ele foi e o que fez pelo nosso Estado”. Na opinião do editor do DIÁRIO DO PARÁ e da série “Personalidades Históricas”, Lázaro Magalhães, o projeto recolocou em pauta boa parte da história do Pará, através de perfis apurados e desmistificados de personagens de grande relevância e com grandes legados para as artes, política, economia e pensamento na Amazônia. “A iniciativa de oferecer esse tipo de conteúdo, geralmente restrito às academias, escolas e às consultas nas bibliotecas, a um público massivo como é o dos leitores de jornais, por si só já é uma grande iniciativa”. A campanha “Diário. Orgulho de ser do Pará” foi outro projeto bem acertado do jornal. Lançado em outubro de 2009, o Orgulho teve como principal objetivo resgatar a autoestima do povo paraense. A campanha informou, com reportagens especiais, o que nosso Estado tem de melhor. Mostrou ao leitor riqueza, nas mais diversas áreas. A jornalista Bernadeth Lameira, responsável pela edição do projeto, definiu a campanha como inovação. Segundo ela, é pouco comum jornais oferecerem espaço para pautas positivas. “O DIÁRIO inovou ao destacar, durante sete meses, pautas positivas, sempre com espaço privilegiado, a contra-capa do jornal, páginas inteiras de coisas boas”. Pensando no futuro profissional do leitor, o DIÁRIO lançou em abril deste ano, o “Guia Profissões DIÁRIO”, que veio para preencher uma lacuna enorme de busca de informação de estudantes sobre mercado de trabalho e opções de escolha de carreira no Pará. A série teve especial atenção em apontar as novas tendências de crescimento de oportunidades em áreas específicas. Esses anos ainda tiveram os projetos: “Malucos da Copa”, prêmios Diário de Fotografia e de Publicidade, a volta da série Personalidades Históricas e a Escola Diário de Jornalismo. “Todos os projetos foram muito válidos para o jornal. Trouxeram uma ótima visibilidade e reforçaram a identidade com o leitor. O leitor viu que o jornal serve para se informar e se comunicar com o Pará. A consequência disso, é que o numero de leitores tem aumentado a cada dia, tivemos um retorno muito positivo, a prova maior, é que o jornal ultrapassou a marca de um milhão de leitores”, conclui o gerente de Circulação do DIÁRIO, Hamilton Pinheiro, que ressaltou ainda: “Não queremos ser apenas o maior jornal, queremos ser os melhores e nossa intenção é agregar valores para os nossos leitores”. (Diário do Pará)
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