De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a alimentação fora de casa já está 5,29% mais cara neste ano. Em 12 meses terminados em agosto, o consumidor que possui o hábito já está desembolsando 7,91% mais que no período anterior.
Dentro do item alimentação fora do domicílio, as refeições registraram alta acumulada no ano de 6,13%. Porém, a maior elevação foi verificada no cafezinho, cujo preço aumentou 7,73% neste ano. O menor aumento foi verificado nos preços do café-da-manhã, que tiveram uma variação de 3,43% no período.
Quando analisado o período de 12 meses terminados em agosto, por sua vez, o destaque novamente ficou com o cafezinho, que pesou 9,77% a mais no bolso do consumidor, seguido pelas refeições, que ficaram 9,24% mais caras no período. Depois aparecem outras bebidas alcoólicas (8,82%) e café-da-manhã (8,26%).
Na análise mensal, que apontou um aumento de 0,35% nos preços dos itens que compõem o grupo alimentação fora de casa, além da refeição, que foi o destaque (+0,71%), o item café-da-manhã também ficou mais caro: 0,75% no período.
No Brasil
Neste ano, consumidores do Rio de Janeiro e de Fortaleza foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa. Em Fortaleza e no Rio de Janeiro também foram verificadas as maiores altas no período de 12 meses, como mostra a tabela abaixo:
| Variação do custo da alimentação fora do domicílio | |||
| Capital | Agosto | Acumulado do ano | Acumulado de 12 meses |
| Rio de Janeiro | 1,59% | 7,25% | 10,54% |
| Porto Alegre | 1,41% | 4,63% | 8,98% |
| Belo Horizonte | -0,25% | 6,13% | 8,85% |
| Recife | 0,89% | 4,12% | 9,18% |
| São Paulo | -0,32% | 4,80% | 6,27% |
| Distrito Federal | 0,77% | 5,95% | 6,81% |
| Belém | 0,10% | 2,06% | 4,77% |
| Fortaleza | 2,20% | 7,21% | 11,48% |
| Salvador | -0,70% | 4,16% | 8,67% |
| Curitiba | 0,57% | 6,12% | 7,92% |
| Goiânia | -0,07% | 4,21% | 6,49% |
| Nacional | 0,35% | 5,29% | 7,91% |
Fonte: IBGE (InfoMoney)
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