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Restos mortais achados não são de guerrilheiros

Os restos mortais encontrados na manhã de ontem no cemitério Jardim da Saudade de Xambioá (TO) não são de guerrilheiros da Guerrilha do Araguaia. A equipe do Grupo de Trabalho Tocantins (GTT), responsável pelas buscas dos corpos, descartou a hipótese pelo

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Os restos mortais encontrados na manhã de ontem no cemitério Jardim da Saudade de Xambioá (TO) não são de guerrilheiros da Guerrilha do Araguaia. A equipe do Grupo de Trabalho Tocantins (GTT), responsável pelas buscas dos corpos, descartou a hipótese pelo fato do achado estar em uma estrutura semelhante a de um caixão e, na época, os guerrilheiros não serem enterrados em caixões. No entanto, a equipe decidiu continuar a escavar na mesma cova com a esperança de encontrar restos mortais de guerrilheiros, seguindo indicações da testemunha do sepultamento. A ossada encontrada seria devolvida para o mesmo lugar.

As novas escavações no cemitério em Xambioá (TO) estão sendo feitas a partir de informações obtidas com moradores da região. Toda a área indicada foi totalmente mapeada com o radar de penetração do solo (GPR). Depois do levantamento geológico foram sinalizados quatros pontos numa área ainda inexplorada por outras expedições. O objetivo é localizar os restos mortais de cerca de dez guerrilheiros.

Dos doze guerrilheiros que estariam enterrados no cemitério de Xambioá, dois foram localizados em 1996: Bergson Gurjão e Maria Lúcia Petit. Diva Santana é do comitê institucional do Governo Federal que acompanha o trabalho do Grupo de Trabalho Tocantins (GTT). Ela procura os restos mortais da irmã, Dinailza Santana, guerrilheira. Diva falou que recebeu a informação, do Ministério da Justiça, que Dinailza foi presa e morta no dia 8 de abril de 1974. “Estamos procurando nesse ponto através de informações de populares que presenciaram a Guerrilha”, disse, esperançosa.

O antropólogo Aloizio Trindade, integrante do GTT, explicou que a decisão judicial expedida pela juíza Solange Salgado, da 1ª Vara de Justiça Federal de Brasília, é para que o Grupo tente localizar, remover, identificar e depois devolver para os familiares restos mortais de guerrilheiros. Aloizio falou que em todos os outros pontos escavados não foram encontradas ossadas. (Diário do Pará)

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