A superintendente do Incra, Rosinete Lima, informou ao DIÁRIO que está em Brasília e que só retorna para Marabá na próxima segunda-feira, porém acompanha toda a movimentação em torno das ocupações dos sem terra.
Para ela, em alguns casos, há uma intenção velada de algumas lideranças de trabalhadores rurais aparecerem na mídia em face do momento político vivido.
Citou como exemplo a pauta dos trabalhadores rurais de Conceição do Araguaia, em que praticamente todos os itens não dizem respeito à competência do Incra.
No caso dos sem terra que interditaram a BR-155, na quinta-feira, ela disse que o superintendente substituto, Jandir Mela, estava acompanhando o caso, porém, quando retornar, iria negociar com os camponeses.
A respeito das propriedades da Santa Bárbara, Rosinete disse que a negociação está sendo feita em Brasília e está sendo conduzida pela sub-procuradora da República, Gilda Pereira de Carvalho.
“Santa Bárbara tem terras em vários Estados”, explicou, lembrando que o Incra acompanha a negociação, assim como a Vara Agrária Regional.
Por fim, comentou, que independentemente das ações dos movimentos sociais, o Incra tem metas a cumprir. Entre elas assentar, ainda este ano, pelo menos 800 famílias.
“Como o Incra é o órgão federal que mais trabalha, somos sistematicamente cobrados, mas continuamos na luta para tentar minimizar os problemas no campo e conversando com todos”, finalizou. (Diário do Pará)
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