“A falta de consciência da população é uma das principais causas para a proliferação do mosquito”. A afirmação é da diretora do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), Carlene Castro. Segundo ela, se houvesse educação ambiental e saneamento domiciliar, os casos seriam em menor proporção. Até agosto deste ano, Belém já registrou mais de mil casos da doença, com seis óbitos. Foram registrados 855 casos de dengue clássica, 83 casos de dengue com complicações, 64 casos de febre hemorrágica da dengue (dengue hemorrágica) e 3 casos da Síndrome do Choque da dengue (dengue hemorrágica com complicações).
Castro fala da necessidade de mudança de hábitos da população. “É preciso que o lixo seja acondicionado de forma correta, principalmente nos locais em que o caminhão de lixo passa apenas três vezes por semana”. Ela afirma que o lixo jogado em canais acumula a água da chuva, criando locais de criadouros do mosquito. Entre os bairros com maior índice de ocorrências, estão o Marco, com 108 casos, seguido pelo Guamá (64) e Pedreira (60). Leia mais no Diário do Pará. (Diário do Pará)
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