Lançada em março de 2005 e regulamentada em julho do mesmo ano pelo Ministério da Saúde, a Política Nacional de Atenção Integral em Reprodução Assistida não durou nem uma semana.
A estratégia previa o atendimento para casais com dificuldades de ter filho. A assistência seria global: desde diagnóstico até tratamento. No entanto, seis dias depois de ser regulamentada, ela foi suspensa para reavaliação e nunca mais foi reativada.
Com a suspensão, pacientes que precisam de tratamento têm na rede pública apenas acesso a exames de diagnóstico e a procedimentos mais simples. No caso da indicação de técnicas de fertilização, o paciente tem duas escolhas: recorrer a clínicas privadas ou procurar um centro universitário de referência.
A política de reprodução assistida não foi retomada por problemas de financiamento e por haver lacunas de regulamentação. (Agência Estado)
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