Desde o início da greve dos bancários, no dia 29 de setembro, cerca 208 agências encontram-se fechadas, o que representa 60% dos bancos de Belém. Os bancos privados ainda estão em funcionamento, mas o Sindicato dos Bancários pretende fazer com que estes interrompam o funcionamento a partir desta terça-feira (05).
Segundo Rosalina Amorim, presidente do Sindicato dos Bancários, os funcionários dos bancos privados não possuem uma estabilidade em seus empregos, diferente dos bancos públicos. Por isso, se aderirem à greve sem o apoio do sindicato, podem sofrer retaliações.
Em São Paulo, o sindicato nacional está realizando reuniões para achar uma maneira de negociar o reajuste de 11% com a Federação Nacional dos Bancos (Fenabam), assim como a estabilidade dos funcionários de empresas privadas. Até o fechamento desta edição, o Fenabam não havia se pronunciado sobre uma possível negociação.
Em quatro dias de greve, já chegou a quase 90% o número de agências fechadas em relação a 2009. “Ano passado, em quinze dias de greve, fechamos 7200 agências em todo o Brasil. Este ano, em quatro dias, fechamos 6527”, completa a sindicalista, lembrando que em relação ao primeiro dia da greve deste ano houve um crescimento de 68,9% na adesão de agências ao movimento. (Diário Online, com informações do Diário do Pará)
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