A alimentação dos paraenses continua cara. No mês passado, a cesta básica, composta por 12 produtos básicos chegou a custar R$ 211,31, um reajuste de 1,61% em relação ao mês de agosto quando a mesma custou R$ 207,97.
Um estudo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em 17 capitais brasileiras, mostrou que apenas três (Natal, João Pessoa e Aracaju) apresentaram recuos de preços. Nas demais, inclusive Belém, houve aumento no preço da alimentação.
A notícia boa é que pelo menos, alguns produtos da cesta apresentaram recuo. As maiores quedas foram verificadas no mês de setembro. O tomate, por exemplo, apresentou uma queda de 3,11% seguido do leite com queda de 2,52% e do açúcar com 1,21%.
TRAJETÓRIA
No mesmo período, outros produtos da cesta mantiveram a trajetória de alta. Os maiores reajustes no mês ocorreram nos preços do feijão, seguido do óleo de cozinha e da carne bovina. “O custo da cesta básica para uma família padrão paraense, composta por dois adultos e duas crianças, fica em média em R$ 633,93 sendo necessários, portanto cerca de 1,2 salários mínimos para garantir as mínimas necessidades do trabalhador e sua família, somente com alimentação”, disse o supervisor técnico do Dieese, Roberto Sena.
Ainda com base na pesquisa, para comprar os 12 itens básicos da cesta, o trabalhador paraense comprometeu cerca de 45% do salário mínimo. (Diário Online, com informações do Diário do Pará)
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