Há, aproximadamente, três meses, a mãe de Guilherme Barbosa, Neuza Araújo, luta para conseguir uma tomografia computadorizada do crânio para detectar o tipo de tratamento necessário para o filho, que tem apenas oito meses. Ela conta que quando o filho tinha quatro meses, foi descoberto que a criança possuía um problema de craniostenose, o fechamento precoce da moleira.
“Eu consegui, através de amigos, uma consulta na Fundação Santa Casa de Misericórdia, e foi solicitado o exame. Três meses atrás eu consegui marcar para amanhã (hoje - 06/10), mas quando entrei em contato com o hospital para confirmar disseram que o aparelho de tomografia está com problema, e por isso o exame não vai ser feito”.
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