A seção Braille do Centur, que funciona há 36 anos na Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, está cheia de problemas. Quem frequenta o local reclama pela falta de estrutura. Equipamentos sucateados e falta de investimento fazem parte da realidade do local.
O espaço conta com quatro cabines, onde os estudantes podem usar computadores que dão acesso ao programa específico para deficientes visuais, porém apenas um aparelho está funcionando.
Cansados da precariedade do serviço, os usuários enviaram em junho deste ano um documento para a direção do Centur explicando os problemas da seção. (DOL, com informações da TV RBA)
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