O DIÁRIO publicou, na edição de ontem (12), o último fascículo da série “Dr. Responde”. As reportagens começaram a ser publicadas no dia 14 de setembro e abordaram temas como a saúde do coração, a saúde da família, a maternidade, as novas tecnologias em medicina, os benefícios dos exercícios físicos e a saúde mental.
O trabalhador autônomo Takashi Gutierrez é fumante e aos 49 anos já sente no dia-a-dia os prejuízos por não desenvolver uma atividade física. “Quando subo uma escada, a respiração fica muito ofegante. Com as informações do fascículo, percebi que cuidar da saúde não é tão difícil, e evita várias doenças”, disse.
Já o analista de sistemas Willy Cleyber Almeida colecionou todos os fascículos e conta que se interessou pelas reportagens publicadas desde o primeiro “Dr. Responde”, que falou da tecnologia ligada à saúde. “Foi o que me chamou mais atenção, porque eu, como profissional da informática, me interessei muito, até porque trabalho com isso, e foi bom saber que a tecnologia ajuda a agilizar os resultados médicos, por exemplo”.
SÉRIE
Seções fixas e grandes gráficos e ilustrações em todos os fascículos ajudaram o leitor a navegar pelos conteúdos, que foram abordados em linguagem simples e esclarecedora, solucionando as principais dúvidas, mostrando curiosidades e oferecendo dicas úteis e acessíveis de saúde, prevenção e tratamento. Tudo isso aliado a relatos e pequenas matérias com médicos de referência, que atualizaram o panorama dos avanços em tratamentos e prevenção e deram as últimas informações sobre cada assunto tratado.
A série ainda aliou esse rico material a histórias como a do estudante Afonso Brandão, 21 anos, que desde os sete anos vive com um marca-passo no peito - o aparelho ajuda a ajustar e equilibrar as batidas cardíacas. “Eu quase não brincava na rua. Hoje jogo bola, malho, trabalho e estudo”, conta ele, que já tem o terceiro aparelho implantado.
Para o diretor do Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa), Waldir Cardoso, esse tipo de iniciativa contribui muito para difundir informações básicas a uma grande massa de leitores. “Isso é importante para a promoção da saúde, além das ações básicas de prevenção, como cuidados com a alimentação e a prática de exercícios físicos”, complementa o médico. Segundo ele, cada fascículo foi importante para transmitir a milhares de pessoas o reforço à saúde.
Segundo Willy, no hospital onde trabalha, a maioria dos médicos que leram gostaram da abordagem, porque a tecnologia na saúde não é uma área muito popularizada. “Ajudou a esclarecer a população sobre um tema que, às vezes, os pacientes sentem medo, por não estarem informados”. (Diário Online, com informações do Diário do Pará)
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