É uma rotina estafante. Todos os dias Ana Luiza Cardoso acorda às 5h para poder chegar a tempo no trabalho. Ela sai da Cidade Nova, em Ananindeua, e vai até o Conjunto Médici, na Marambaia. Precisa chegar às 7h30, quando começa o dia de trabalho. Às 11h, ela sai e vai para outro endereço, continuar o dia.
Às 19h ela deixa o segundo local de trabalho e vai para a Universidade do Estado do Pará (UEPA), onde troca de função. Deixa de ser professora para se tornar aluna de um curso de Especialização. “É preciso ter amor pela profissão para ser professor atualmente”, resume.
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