Pela primeira vez, nasceram em cativeiro filhotes das aves arapapá e socozinho. Os filhotes, um de cada espécie, foram reproduzidos no Mangal das Garças, que já obteve o nascimento de outras espécies como guará, beija-flor-preto e colhereiro.
Segundo o biólogo e supervisor do parque, Igor Seligmann, as reproduções foram difíceis. "Esses animais precisam de um abiente adequado para se relacionar um suporte especial, com bastante material para produzir ninho", disse.
Além disso, precisam estar próximos à água e ter acesso à uma árvore alta onde construirão o ninho. O principal cuidado para que esses animais atinjam uma reprodução, entretanto, é não permitir a humanização deles.,“Animais que são tratados como homens não conseguem ter comportamento natural e não conseguem copular corretamente. Quando isso acontece alguns ovos acabam sendo postos vazios”, explica o biólogo.
A similaridade entre as trajetórias dos casais de Socozinho e Arapapá no Mangal são grandes. Ambas espécies chegaram ao zoológico após terem sido apreendidas pelo Ibama de situação de risco.
No parque, foram tratados, recuperados e incorporados ao Viveiro das Aningas, um ambiente igual ao que eles vivem na natureza. Os Arapapás são mais antigos no zoológico. Chegaram próximos a inauguração em 2004. Já os Socozinhos só tem dois anos no Mangal.(DOL com informações do Mangal das Garças )
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