Imagine andar ruas e mais ruas com os olhos fechados envolto por um oceano de dois milhões de pessoas. Provavelmente, você se sentirá angustiado e curioso para saber o que se passa à sua volta e abrirá os olhos. Nesse Círio, Rosivaldo Rodrigues, 27, passou por essa experiência. Não porque pagava alguma promessa, mas porque é deficiente visual há 12 anos e, apesar de não ser católico, resolveu encarar o trajeto do Círio pela primeira vez. Leia mais no Diário do Pará.
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