Não deve ter durado trinta minutos. Entre o abrir de um computador e o envio do arquivo, o tempo de meia hora pode ter sido suficiente. Como um rastilho de pólvora, os quatro vídeos espalharam-se mundo afora. Durante quatro meses foram vistos e copiados por gente da Alemanha, Japão, Espanha e, principalmente, do bairro do Guamá.
No bairro mais populoso de Belém, as imagens multiplicaram-se por celulares. E quase acabaram com a vida de M. uma jovem que, depois de ter trilhado uma adolescência complicada, vivia um noivado, que acabou, depois que funcionários do noivo dela, mostraram a ele as imagens protagonizadas três anos antes, numa história confusa, envolvendo a moça, então com 17 anos, e dois homens. Leia mais no Diário do Pará.
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