Encrenca sem tamanho por terras de uma fazenda no município de Cachoeira do Arari, na região do Marajó, envolve o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), um pecuarista instalado há 30 anos na área e descendentes de escravos. O Ministério Público Federal (MPF), que também entrou no caso impetrando ação civil pública, obteve liminar na Justiça Federal para impedir que as famílias quilombolas sejam expulsas da área cujo tamanho ultrapassa 12 mil hectares. O pecuarista e criador de búfalos Liberato Magno da Silva Castro alega ser o legítimo proprietário de 5,6 mil hectares das terras e não aceita a postura do Incra, que num ofício de agosto passado diz que ele é “apenas mero ocupante” da área reivindicada pela Comunidade Remanescente de Quilombos do Gurupá. Leia mais no Diário do Pará.
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