Procurada ontem pelo Diário do Pará, a Associação dos Magistrados do Pará (Amepa) preferiu não se manifestar sobre a aposentadoria compulsória decretada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para a polêmica juíza Rosileide Filomeno. Contudo, voltou atrás e divulgou uma nota sobre o caso na manhã de hoje.
A Amepa afirma que “a magistrada, em nenhum momento, foi punida por vender sentenças, mas sim por supostamente solicitar apoio de um conhecido político estadual na sua intenção de ascensão ao desembargo”.
A nota da Associação fala sobre notícias vinculadas na imprensa de que Filomeno teria sido julgada pelas denúncias de venda de sentenças, porém este julgamento ainda não aconteceu.
Sobre este caso, segundo a coluna Repórter Diário, do Diário do Pará, o Conselho julgou procedentes as denúncias de que a magistrada vendeu sentenças. De acordo com a associação, presidida pelo juiz Paulo Vieira, o afastamento de Rosileide exige da Amepa avaliação cuidadosa. A diretoria executiva decidiu que só vai se manifestar publicamente depois da discussão colegiada sobre a denúncia de venda de sentenças. (DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar