Já passava das 14h de ontem e nem sinal do almoço dos cerca de mil funcionários, pacientes e acompanhantes do Hospital de Clínicas Gaspar Viana. A porta do refeitório estava trancada e as mesas onde deveriam estar as bandejas com as refeições, vazias. Para driblar a fome, o jeito foi fazer pequenos lanches do lado de fora do hospital, nas barracas dos vendedores ambulantes e com vendedores de picolé. A reclamação foi grande.
A falta de comida aconteceu porque a Gulla´s, empresa terceirizada que fornece almoço para o hospital, não teve dinheiro para comprar material para fazer o almoço do hospital, segundo o presidente da empresa, Afonso Marçal.
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