Eles já se tornaram o principal meio de transporte para muitos usuários na cidade. Em quase todos os bairros é possível encontrar facilmente linhas de transportes alternativos, com os mais variados roteiros. “Eles acabam se tornando uma opção mais rápida e mais barata pra gente”, conta a professora Ana Santos.Por outro lado, os passageiros reconhecem que o transporte não é a opção mais segura, já que a maioria não opera de maneira legalizada. “As condições dos veículos não são boas, mas o valor é mais em conta”, diz a dona de casa Nazaré Fernandes.
O DIÁRIO “pegou” uma das vans de transporte alternativo na BR-316. No ponto de ônibus, várias linhas do transporte passaram pelo local a todo instante. A situação de alguns veículos é bastante ruim: portas que não fecham direito, bancos deteriorados. A passagem custa R$1,50 e a meia-passagem R$1,00. Normalmente, quatro pessoas ocupam o lugar onde deveriam caber apenas três. “Quando chove e tem muita gente fica abafado demais”, comenta uma das passageiras.
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