Os últimos dias têm sido de tormento para os pacientes, acompanhantes e servidores do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna. Quando chega a hora da alimentação, ninguém sabe se haverá comida no prato. Tudo por conta da incerteza provocada pela empresa Gulla’s, responsável pelo fornecimento, que presta um serviço de qualidade criticado por todos.
No dia 22 passado, sem alimentação, todos tiveram de se contentar com um improvisado macarrão com picadinho. Embora receba R$ 90 mil por quinzena, a empresa tem problemas para pagar seus funcionários, o que compromete o atendimento ao hospital.
O pior é que a Gulla’s, atuando dentro do hospital desde 2004, está amparada em uma liminar concedida pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda da Capital, Helder Lisboa Ferreira da Costa, que não só mantém o serviço por ela prestado ao HC como ainda prolongou a agonia até 14 de janeiro de 2011. O setor jurídico do hospital aguarda julgamento do recurso que impetrou no Tribunal de Justiça contra a liminar. Leia mais no Diário do Pará.
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