plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 25°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Sem licença, Hangar pode ser fechado

Até quarta-feira (3), a Vigilância Sanitária de Belém deve fechar o Hangar- Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, por falta de licença para funcionamento. Desde a sua inauguração, ele funciona de maneira ilegal. Em maio deste ano, a direção do Hangar

twitter Google News

Até quarta-feira (3), a Vigilância Sanitária de Belém deve fechar o Hangar- Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, por falta de licença para funcionamento. Desde a sua inauguração, ele funciona de maneira ilegal. Em maio deste ano, a direção do Hangar havia sido notificada para que providenciasse a licença junto ao setor de Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma). A determinação não foi cumprida. “Lá se faz festa, almoço, jantar para centenas, milhares de pessoas, mas não tem licença”, critica Marcos Alvarez, da Vigilância Sanitária.

Ele esclareceu que o fechamento atingirá todas as dependências do Hangar onde os eventos são realizados. Isso inclui a cozinha onde são preparados ou armazenados alimentos e locais onde haja banheiros, pias e centrais de ar condicionado. “Tudo isso precisa ter laudos e antes passar pela vistoria do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária, mas nada disso existe, apesar das notificações que a direção do Hangar já recebeu”, arrematou Alvarez.

A gota d’água para o fechamento aconteceu na quinta-feira (28), por denúncia de pessoas que passaram mal após ingerir comida estragada. A refeição foi servida por uma empresa contratada especialmente para um evento sobre alfabetização para ser aplicada nas escolas de alguns municípios. A reunião era promovida pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), começou na quinta-feira e deveria encerrar ontem. O problema de saúde dos participantes fez com que o encontro fosse encerrado antes do tempo.

As vítimas, de um total de 200 pessoas que participavam do evento, foram atendidas no Pronto-Socorro da 14 de Março e no Centro de Saúde da Pedreira. Segundo os médicos, elas sofreram intoxicação alimentar, chegando ao hospital com fortes dores abdominais, vômito e diarreia. Transporte, hospedagem e alimentação dos participantes que vieram do interior do Estado foram pagos pelo governo.

Os primeiros sintomas da má comida servida começaram a se manifestar na noite de quinta-feira. Os coordenadores do evento reclamaram bastante, criticando o fato de não terem recebido qualquer assistência da Seduc. Outra queixa foi de que quase nada sobre educação foi tratado durante o tal encontro. A natureza política era evidente, inclusive com menções a toda hora de como os participantes deveriam se comportar na eleição deste domingo. (Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!