Sepulturas abertas, quebradas e abandonadas. Sem nomes, sem fotos, com vasos caídos e até com uma mangueira dentro. Esse é o atual cenário de um dos cemitérios mais antigos de Belém, o de Santa Izabel, no bairro do Guamá.
A administração do cemitério diz que dos mais de 80 mil túmulos que são de responsabilidade das famílias pelo menos 20% estão em estado de total abandono.
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