Legumes e verduras subiram de preço nas feiras e mercados de Belém, alguns deles bem acima da inflação. Segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - Dieese/PA, a maioria dos “hortis” teve reajustes superiores a 10% entre janeiro e outubro de 2010 - em alguns casos, os reajustes ultrapassaram 20%, enquanto a inflação estimada para os primeiros dez meses de 2010 gira em torno de 4%.
Os aumentos mais expressivos foram os da couve (maço), com reajuste de 25,68%; alface (maço), com alta de 23,96%; maxixe, com alta de 20,25%; jambu, com alta de 17,95%; cebolinha (maço), com alta de 15,79%; quiabo (quilo), com alta de 15,03%; do pepino (quilo), com alta de 13,40%; pimentão verde (quilo), que subiu 13,14%; da batata doce branca (quilo), com 10,89% de aumento; cariru (maço), com 9,84% de alta; cheiro-verde (maço), com alta de 8,99%; salsa (maço), com alta de 7,87%; feijão verde (maço), com alta de 6,59%; alfavaca (maço), com alta de 6,06%, e da chicória (maço), com alta de 5,19%.
As explicações para as altas verificadas vão desde a comercialização/importação de grande parte destes produtos, passando pela intermediação e sazonalidade de outros. Certo mesmo é que não é mera coincidência que a alimentação dos paraenses continue entre as mais caras do país. (Diário do Pará)
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