Um trabalho rentável e de responsabilidade. É com um sentimento de colaborador que o catador Paulo Dias sai todas as tardes de casa em busca do que grande parte da população define como lixo. Atuando como catador há 10 anos, Paulo conta que consegue sustentar a família com o trabalho. Mensalmente, ele consegue faturar, em média, entre R$ 300,00 a R$ 500,00, dependendo do período do ano. “À tarde e à noite é quando tem material melhor, porque a população costuma jogar as coisas na rua”.
Ele considera a profissão importante, por reduzir a poluição ao meio ambiente. No entanto, reclama da falta de incentivo. “Hoje, não existe coleta seletiva e nós não temos transporte, então as pessoas que separam o lixo entregam para o caminhão de lixo de coleta normal e nós deixamos de arrecadar”, reclama.
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