Cerca de 95% do prédios de Belém estão com problemas nos pararaios. Isso significa dizer que moradores, funcionários e transeuntes que frequentam esses locais estão sujeitos a descargas elétricas que levam a grandes riscos de paradas cardíacas e respiratórias, que podem levar à morte ou a sequelas, como perda de memória e diminuição da capacidade de concentração.
O balanço é do professor e mestre da Faculdade de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Pará, Raimundo José Soares Mota. Ele afirma que quase a totalidade dos para-raios da Grande Belém possui hoje problemas de concepção, projeto e instalação.
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