O secretário chefe da Casa Civil da Governadoria, Everaldo Martins Filho, reagiu ontem com indignação à notícia de que teria havido interferência pessoal dele, ou mesmo de sua irmã, a prefeita de Santarém, Maria do Carmo Martins, para a exoneração do secretário de Meio Ambiente do Estado, Aníbal Picanço. O secretário foi exonerado “a pedido”, por decreto da governadora Ana Júlia Carepa, publicado na edição de sexta-feira, 5, do Diário Oficial do Estado, mas com efeito retroativo ao dia 3, quarta-feira. Na quinta (4), Aníbal Picanço ainda presidiu a audiência pública convocada pela Semma para apresentação, em Belém, do estudo e relatório de impacto ambiental (EIA-Rima) do terminal graneleiro construído e operado pela empresa Cargill no porto da CDP em Santarém.
“Não é verdade que a prefeita de Santarém [Maria do Carmo, do PT] tenha pedido a minha intervenção para a exoneração do secretário Aníbal Picanço”, afirmou Everaldo Martins Filho. E acrescentou: “Também não é verdade que a prefeita de Santarém tenha manifestado, em algum momento, qualquer posição contrária aos interesses da Cargill ou em defesa da saída da empresa do nosso município”. Para o chefe da Casa Civil, é inteiramente fantasiosa a versão que pretende atribuir à prefeita Maria do Carmo e a ele próprio, em associação com o caso da Cargill, a saída de Aníbal Picanço da Secretaria de Meio Ambiente.
“A notícia não é procedente”, reafirmou Martins Filho, acrescentando que a Semma avançou bastante sob a gestão de Picanço.
>> Leia mais no Diário do Pará.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar