“Quando fiz a denúncia, nem acreditei que havia tomado coragem”. A decisão de relatar a violência sofrida pelo agora ex-marido fez a vida da engenheira química Kelly Sarmento mudar radicalmente. Ela, assim como milhares de mulheres, já foi vítima de violência doméstica.
O Pará é o terceiro estado em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher no Brasil. Dados do Núcleo de Atendimento Especializado à Mulher (Naem), ligado à Defensoria Pública do Estado do Pará, apontam que cerca de 15 mulheres são atendidas por dia.
A violência doméstica envolve cinco categorias: física, psicológica, moral, patrimonial e sexual. “O crime não vem sozinho. A mulher também sofre constrangimentos e humilhação”, diz a defensora pública Arleth Guimarães, coordenadora do Naem. Grande parte da violência acontece por parte do marido ou companheiro da vítima. Leia mais no Diário do Pará.
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