Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, em Belém, cerca de 18 mil pessoas sofrem com o diabetes e 30 mil pessoas têm a doença associada à hipertensão.
Em todo o Pará, 149 mil pacientes estão cadastrados na Coordenação Estadual de Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus (Hiperdia). Segundo dados da International Diabetes Federation (IDF), em todo o país, cerca de 10 milhões de pessoas são portadoras da doença e aparecem 500 novos casos por dia.
Todos esses dados reforçam a importância de se conhecer e tratar a doença. Razão pela qual é celebrado, em 14 de novembro, o Dia Mundial de Combate ao Diabetes. O diabetes se divide em dois principais tipos. O Tipo 1 é quando a doença é autoimune e se caracteriza pela destruição das células betaprodutoras de insulina. Isso porque o organismo as identifica como corpos estranhos. Já o Tipo 2 possui um fator hereditário maior do que no Tipo 1, associado principalmente à obesidade e o sedentarismo.
Segundo Vera Tagliarini, coordenadora estadual do Hiperdia, o número de diabéticos está aumentando em virtude do estresse e da má alimentação. “São fatores que a gente está combatendo com a prevenção e a participação do paciente”, afirma. “O paciente precisa ter uma mudança no estilo de vida, evitar ‘fast food’, o sedentarismo e o sobrepeso. São fatores de riscos modificáveis”.
No sistema do Hiperdia, os pacientes diabéticos são cadastrados e recebem a medicação específica para o tratamento. Nesses casos, o médico possui ainda uma ficha de acompanhamento, onde trabalha a evolução da doença. Leia mais no Diário do Pará.
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