Os chás de camomila, erva cidreira, carqueja ou de boldo são muito procurados pelos paraenses, seja como bebida ou para fins medicinais. O produto é facilmente encontrado nos supermercados e feiras da cidade.
Uma pesquisa realizada pelas alunas do curso de Nutrição, do Centro Universitário do Pará (Cesupa), Barbara Mendo e Renata Ferreira, constatou, após análise laboratorial, a presença de salmonella em amostras de chás vendidos em um supermercado de Belém. A bactéria foi encontrada nos chás de boldo, camomila, erva doce e chá verde.
A pesquisa teve como objetivo avaliar, do ponto de vista microbiológico (contaminação, bactérias), os cinco tipos de chás mais consumidos pela população paraense. As análises de laboratórios apontaram que 36,66% dos chás analisados indicaram a presença do microorganismo salmonella spp. As amostras foram selecionadas por sua disponibilidade comercial e adquiridas em sete lojas de uma rede de supermercado de Belém. Os cinco tipos analisados, de marcas diferentes, comercializados em caixas com peso líquido variando de 10g a 30g foram submetidos à análise. Os resultados foram comparados com os limites estabelecidos pela Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa – RDC, nº 12 de 2 de janeiro de 2001.
Fatores como o ambiente, manipulação inadequada do produto, embalagens rasuradas, prateleiras sujas e prazo de validade vencido colaboram para a má qualidade dos chás comercializados no mercado paraense. “Os chás comprados por nós estavam tão mal manuseados que encontramos dentro do próprio chá pedaços de madeira e pau”, revela Barbara Mendo. Leia mais no Diário do Pará.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar