Integrantes de movimentos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) participaram de um ato hoje pela manhã (17) em Marabá para pedir investigação célere e eficaz sobre a morte do professor Mario Antonio Alves da Silva, de 40 anos. O professor foi estrangulado na casa dele no domingo (14).
Para os manifestantes, o professor pode ter sido vítima de homofobia, já que era homossexual. Eles repudiam o crime e pedem que o caso não seja esquecido pelas autoridades. O ato aconteceu em dois locais. Uma parte dos manifestantes ficou no trevo que liga os três núcleos urbanos e outra se deslocou até a sede do Ministério Público Estadual (MPE) da cidade.
No MPE, os ativistas entregaram documento a três promotoras e solicitaram ao Departamento de Direitos Humanos que intervisse no caso. Eles também pediram a reabertura do caso envolvendo a morte da homossexual “Sabrina”, que foi encontrada morta em maio do ano passado, em situação semelhante à do professor Mario Antonio.
O CRIME
O crime tem características de latrocínio. Da casa da vitima foram roubados o carro do professor e dois telefones celulares além de uma pequena quantidade de dinheiro. O carro foi abandonada na rua Pedro Fontinelli, no bairro Cidade Nova. (Edinaldo Sousa da Sucursal do Diário do Pará em Marabá)
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