O caos espalhou suas impressões digitais por todas as unidades do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves em Belém e no interior do Estado. A fartura de problemas contrasta com a falta de providências do governo que sai para resolver questões que serão literalmente atiradas no colo do governo que entra.
Simão Jatene receberá o órgão num ambiente de terra arrasada e dívidas de R$ 4 milhões. Há enorme insuficiência de peritos oficiais diante da demanda de perícias existentes. Em 2007, foi realizado concurso público para preenchimento de vaga de peritos oficiais, mas a grande maioria dos aprovados ainda não foi nomeada pelo Estado.
A segurança dos prédios é ineficiente e precária. Há salas que guardam armas de fogo e outras com drogas, mas ambas não possuem instalações adequadas para armazená-las. Nos finais de semana encontra-se apenas um perito no laboratório, que trabalha com medo de uma possível invasão. O pior é que muitos peritos do interior estão se negando a realizar perícias em locais de crimes, pois a polícia não está mais fazendo a proteção deles. Leia mais no Diário do Pará
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