O motorista Marcos Richard Cardoso Carvalho, de 38 anos, denunciou ao DOL a dificuldade que enfrentou para realizar uma perícia médica no Centro de Perícias Renato Chaves, em Belém. Ele esperou por 12 horas para receber atendimento, sentindo fortes dores e sem se alimentar.
Marcos foi vítima de um acidnete de moto. No dia 25 de novembro, esteve no Renato Chaves para fazer a perícia médica, que foi agendada para o dia 13 de dezembro. Feito o agendamento antecipadamente, Marcos compareceu ao local às 8h, porém foi atendido apenas às 20h.
“O atendimento já começou atrasado, por volta das 10h. Havia bastante gente esperando e apenas dois peritos para atender. Por volta das 14h, chegaram vários presos para realizarem exames de corpo de delito, e todos passaram na nossa frente, o que demorou ainda mais o tempo de atendimento”, explicou Marcos.
O motorista também denunciou as condições precárias da instituição. “São poucos funcionários para a grande demanda, os bancos estão quebrados e não dão condições de espera. Eu estava com fortes dores e dificuldade de locomoção devido aos ferimentos, mesmo assim, tive que esperar naquelas condições”, protestou.
A reportagem do DOL tenta contato com a assessoria de imprensa do Centro Renato Chaves.
(DOL)
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