Hostilizado abertamente pelo Governo do Estado, durante os quatro anos da administração Ana Júlia Carepa, o empresariado rural do Pará, que na última campanha apoiou em peso a candidatura de oposição, espera agora do novo governo soluções urgentes para problemas graves que estão emperrando o desenvolvimento do agronegócio.
E nem se trata de flexibilização da legislação ambiental, visto que a própria Federação da Agricultura e Pecuária do Pará - Faepa, a entidade que representa o setor, já propôs ao governo um pacto pelo desmatamento zero.
O principal pleito do setor produtivo rural do Pará está relacionado com a garantia de segurança jurídica, tornada precária no último governo, segundo a avaliação de seus dirigentes.
O presidente da Faepa, Carlos Fernandes Xavier, entende que o novo governo deverá dedicar atenção urgente a duas questões que ele considera dramáticas. Uma delas é a que diz respeito às invasões de terras.
"Nós temos hoje cerca de 1.500 propriedades invadidas no Pará e aproximadamente 300 mandados judiciais de reintegração de posse não cumpridos pelo Estado”, diz ele. E acrescenta: “Isso é uma afronta ao estado de direito”. Leia mais no Diário do Pará.
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