O governo do Estado montou um grande esquema de mobilização integrada para tentar solucionar da melhor maneira possível o caos causado pelo desabamento do prédio em construção, na travessa 3 de Maio, entre as avenidas governador José Malcher e Magalhães Barata, no bairro de São Brás, em Belém.
Permanecem no local representantes dos órgãos de defesa e segurança do Estado, incluindo policiamento civil e militar, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil; São quase 200 homens trabalhando ininterruptamente para achar as possíveis vítimas da tragédia, que são os operários José Paulo Barros, Manoel Raimundo da Paixão Monteiro e Izaías Menezes Mafra. Os três estavam no prédio no momento do desabamento.
Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup), ainda existe a suspeita de que um quarto operário, de prenome Luiz Nazareno, também poderia estar no local.
Também continuam os trabalhos de remoção dos escombros e de assistência aos moradores do perímetro isolado pela Polícia Militar. A esperança é encontrar os operários com vida.
Após o desmoronamento, os moradores do edifício Blumneau, ao lado, a vizinhança e os jornalistas que estavam no local entraram em pânico devido ao temor de que a construção também desabasse. Houve correria. Mas todos os andares do edifício vizinho foram vistoriados e, segundo o engenheiro Paulo Barroso e os especialistas do CPC Renato Chaves e do Corpo de Bombeiros ele não apresenta anomalias estruturais e estaria preservado. A análise mais detalhada do Blumenau ficou para este domingo, 30.
No local, a movimentação é grande. As equipes dos Bombeiros, da Polícia Militar, das Forças Armadas e das Defesas Civil estadual e municipal trabalham em regime de revezamento. A Cruz Vermelha solicita doações de água, gelo e isopores. (Agência Pará)
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