Uma equipe da Polícia Militar interditou hoje (30) o escritório da Real Engenharia, localizado na travessa Timbó, em Belém, em cumprimento a uma ordem de busca e apreensão de documentos expedida pela juíza Diana Cristina, do plantão judiciário. A empresa é a responsável pelo edifício da travessa 3 de maio, que desabou na tarde do último sábado (29).
A interdição seria para evitar que qualquer pessoa entre ou saia do prédio, a fim de preservar os documentos e materiais da obra que serão vistoriados. Amanhã, peritos do Ministério Público irão ao local para fazer a varredura da documentação da empresa. Não houve reação da construtora contra a ação policial.
Hoje, a justiça concedeu liminar para que o Ministério Público do Estado do Pará faça um trabalho de busca e apreensão em toda documentação da empresa Real Construtora.
Segundo o twitter do Ministério Público (@mpepa), a partir de segunda-feira (31) um Promotor ficará responsável pelo caso, até o final das investigações.
Paralelo a isso, dois promotores de justiça da área criminal, Gilberto Valente e Mário Brasil, acompanham desde sábado o inquérito policial. O procedimento será em conjunto das Promotorias do Consumidor e do Meio Ambiente. O objetivo é apurar a responsabilidade civil pela tragédia.
(DOL, com informações da TV RBA)
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