Na tarde deste sábado (5), a construtora Real Engenharia, responsável pela obra do prédio que desabou no sábado passado, 29, postou em seu site, uma nota falando sobre o andamento das negociações com as pessoas que tiveram qualquer prejuízo no acidente.
De acordo com a construtora, já foi autorizado a pesquisa para aquisição de imóveis compatíveis com os que foram destruídos. A mesma negocição ocorreu com os proprietários dos carros destruídos estacionados em frente ao prédio. Em relação aos outros que tiveram os veículos parcialmente danificados, a empresa negociou os reparos e dentro de uma semana estarão concluídos.
>>>Veja o infográfico do acidente aqui.
A Real Engenharia inicia na terça-feira, 8, o reparo das casas atingidas pelo acidente do edifício Real Class. Neste fim de semana, o terreno onde estava o prédio receberá um tapume, com a autorização do Ministério Público (MP) e Defesa Civil, para que seja garantida a segurança de pedestres e peritos que agora começam a recolher materiais para perícia. Até domingo o perímetro da 3 de Maio, entre as avenidas Magalhães Barata e Governador José Malcher, será liberado para o trânsito.
OPERÁRIOS
Os operários que trabalhavam na construção do Real Class receberam licença-luto de uma semana e devem retornar ao trabalho na segunda ou na terça-feira; serão alocados em outras obras; alguns entrarão em período de férias. Vinte operários, entre carpinteiros, pedreiros, eletricistas, encanadores e pintores estão escalados para trabalhar na restauração das casas do entorno do local do acidente.
A Real Engenharia afirma que vem se dedicando ao atendimento às vítimas do acidente e de suas famílias. Além de garantir o acompanhamento médico e psicológico, a empresa assumiu as despesas dos funerais dos dois operários vitimados e da senhora Raimunda Santos.
Atenção especial foi dedicada às famílias removidas de suas casas por conta do sinistro, mantendo-as hospedadas em segurança em hotéis da cidade, custeando todas as despesas pessoais. Mais de 200 pessoas chegaram a ser alocadas em hotéis, até a liberação de seus imóveis pela Defesa Civil.
(Bárbara Santos, DOL/ com informações)
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